SnapArchive — Full Writeup
Path Traversal in SnapArchive's backup creation escalates into Argument Injection against tar (RCE), down to the flag stored in an environment variable.
Path Traversal in SnapArchive's backup creation escalates into Argument Injection against tar (RCE), down to the flag stored in an environment variable.
"Atalho" não é força de expressão: bastam 4 caracteres no fim do endereço — .css — pra o site achar que você está pedindo só uma imagem ou um estilo visual, e não a página protegida por trás dele.
Por trás de "Cacho" está um nome ainda mais literal, "lote": o desafio é sobre pedir várias coisas de uma vez, numa cesta só — e bastava UM item legítimo no meio do cacho pra o sistema confiar, errado, em todos os outros.
"Carimbo" é o nome certo pra algo que deveria provar que uma informação é autêntica e não foi adulterada — só que a própria "prova" que o sistema mostrava publicamente virou a ferramenta usada pra falsificar esse carimbo.
"Chaveiro" é o personagem certo: o sistema deixa você mesmo indicar qual chave deve confirmar sua identidade — e apontando pra um lugar vazio, a "chave" usada também fica vazia, e qualquer pessoa consegue usá-la pra se passar por administrador.
O nome é irônico de propósito: a única coisa que a rota de "Confere" não confere de verdade é a senha — um jeito inesperado de perguntar "e se eu simplesmente não mandar nada" foi o suficiente pra passar direto pela checagem.
"Duplo" é o nome mais literal do lote: a exploração inteira é mandar a mesma informação duas vezes no mesmo pedido — uma parte do sistema olha pra primeira cópia, a outra usa a segunda, e ninguém tinha percebido a diferença.
"Esquema" é literalmente a lista de informações que você pode escolher receber de volta — só que ninguém filtrou essa lista, e dava pra pedir informações internas que nunca deveriam estar disponíveis.
"Matiz" é, literalmente, tom de cor — o app deixa você personalizar a aparência da sua conta. O problema é que a função que salva essa personalização foi longe demais: ela deixava alterar praticamente qualquer configuração interna do sistema, não só as cores.
Uma "moldura" devia só emoldurar seu texto numa pré-visualização — mas aqui o sistema tratou o que você digitou como parte de si mesmo, executando em vez de simplesmente exibir, o que abriu caminho pro controle total do servidor.
"Nota" é, literalmente, um app de anotações — e a ironia é dupla: a própria flag mora dentro de uma nota comum, que qualquer pessoa logada conseguia ler, mesmo sem nenhuma relação com quem criou aquela nota.
Por que "Pergaminho"? Porque o desafio importa "contratos" num formato de documento bem antigo — e formato antigo, vulnerabilidade clássica: dava pra esconder, dentro do próprio documento, um pedido pra que o servidor lesse arquivos do seu próprio disco.
Por que "Sede"? Porque o alvo final é literalmente a matriz de uma empresa que você nunca deveria acessar — chegando lá ao explorar uma discordância entre a portaria que checa sua identidade e o corredor interno que decide pra onde você realmente vai.
"Comporta" é a metáfora perfeita: a represa que devia conter os dados transborda, e a correnteza vai parar exatamente no lugar da memória do programa que decide o que executar em seguida.
"Malote Seguro" promete segurança em dobro — no nome e numa proteção de memória do próprio sistema. As duas caíram juntas: um erro clássico de gerenciamento de memória bastou pra desmontar essa proteção e sequestrar o controle do programa.
"Órbita" é algo que sobe e depois volta: uma primeira falha faz o sistema revelar, sem querer, um endereço interno de memória; uma segunda falha usa exatamente esse endereço pra assumir o controle do programa.
"Pauta" era pra ser a regra que restringe o que pode ser recarregado na memória do programa — só que a regra checava apenas QUEM estava sendo carregado, nunca O QUE esse alguém fazia ao ser carregado, e essa brecha foi suficiente pra rodar comandos no servidor.
Por que "Rubrica Digital"? Porque o app promete endossar eletronicamente cláusulas confidenciais com uma assinatura digital — só que assinar duas versões quase idênticas do mesmo texto, do jeito errado, deixa pistas matemáticas suficientes pra reconstruir o conteúdo secreto sem nunca quebrar a chave.
Por que "Vendix"? Soa como o nome de um fabricante de dispositivo genérico — e é exatamente essa caixa-preta que o desafio simula: sem nenhum acesso ao programa por dentro, só uma resposta do aparelho que vazava, por acidente, pedaços de memória suficientes pra assumir o controle do sistema no escuro.
Por que "Vitrola"? Porque ela pede uma música e "toca" sua resposta de volta — só que o toca-discos repete o seu pedido sem nenhum cuidado, e pedir do jeito certo fazia a vitrola "tocar" pedaços da própria memória do programa, até a flag aparecer.
No writeup matches the selected filters.